segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Quando a primavera chegar...!!!


A primavera é uma época em que ocorre o florescimento de várias espécies de plantas, portanto, é um período em que a natureza fica bela, presenteando o ser humano com flores coloridas e perfumada. A função deste florescimento é o início da época de reprodução de muitas espécies de árvores e plantas.

Com base nos documentos legais que regem a Educação Infantil quando diz que:
“as propostas pedagógicas da Educação Infantil deverão considerar que a criança, centro do planejamento curricular, é sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura... "

"as propostas pedagógicas de Educação Infantil devem respeitar entre outros, os seguintes princípios éticos: da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades... incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza... promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da sustentabilidade da vida na Terra, assim como o não desperdício dos recursos naturais (BRASIL, 2009).

Partindo destes pressupostos, desejamos (coordenação pedagógica e o projeto horta da Creche) envolver as crianças, pais/mães/responsáveis e funcionários neste projeto, para deixarmos a Creche bem mais florida.

Objetivo: Vivenciar a alegria da estação do ano, com a presença multicolorida das flores, como também a maravilha e o bem-estar que a convivência com a natureza nos proporciona, trabalhando de forma integrada do aspectos físico, emocionais, afetivos, ambientais e sociais.

Foi a oportunidade de aproximar as crianças, os pais e toda equipe da creche, neste nosso trabalho. Foi tudo muito lindo.

Vamos conferir:


O inicio de tudo...




Agora é a vez delas.... as crianças pintoras: G1,G2 e G3.

























                                                            




















  E ficou assim:


Segundo momento:

Alguns pais atendendo ao nosso chamado, juntamente com as crianças, plantaram "uma flor"  no jardim de nossa Creche!!!






















sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Turminha do berçário da Creche vai à Horta, tomar o tradicional banho de sol!!!

                              Hoje vamos falar um pouco sobre a importância da vitamina D      

                 A vitamina D não é uma vitamina no sentido estrito, mas, sim um pró-hormônio. Há duas formas disponíveis com diferenças estruturais : a vitamina D2 (ergocalciferol) e a vitamina D3 (colecalciferol). A vitamina D2 é derivada de plantas e fungos. A vitamina D3 é sintetizada por animais (peixes, aves etc) e na pele humana a partir do 7 dehidrocolesterol por ação dos raios ultravioleta (UVB) pela exposição ao sol. Quantidades inferiores a 10% são provenientes de fontes dietéticas, que é absorvida no intestino delgado, na presença de gordura na dieta, e excretada predominantemente pela bile.
                Recentes evidencias sugerem que a vitamina D pode ter ações, alem da manutenção da saúde óssea e da regulação do metabolismo do cálcio e fósforo, tais como a modulação do risco de doenças cardíacas, neoplasias, esclerose múltipla, obesidade, asma e diabetes tipo 1.
                   O melhor indicador do estado nutricional relativo à vitamina D é a concentração sérica do 25-OH-D, a qual reflete a absorção a partir da dieta,  do uso de suplementos e a síntese pela pele.A concentração varia conforme a pigmentação da pele, a região geográfica, as estações do ano, o uso de roupas e de protetor solar, a poluição e as fontes alimentares.
                  Em 2011, o Institute of Medicine aumentou a recomendação de vitamina D, estabelecendo um valor de referência (adequate intake) de 400 UI/dia até um ano de idade e de 600 UI/dia (RDA) para crianças de 1 a 18 anos de idade. A concentração de vitamina D no leite materno é de aproximadamente 22 UI/litro e nas fórmulas infantis de cerca 10 mg/L (400 UI/litro).                                          Em relação à duração da exposição ao sol, em 1985, Specker et al relataram que 30 minutos de exposição solar semanal (ou 6 a 8 minutos por dia, três vezes por semana) para lactentes apenas com fraldas, no primeiro ano de vida, ou de 2 horas semanais (17 minutos por dia) em lactentes com vestimentas (apenas face e mãos expostas), sem chapéu, assegurariam concentrações de vitamina D > 27,5 nmol/L (11 ng/mL) em Cincinati, Ohio 8 . A Sociedade Brasileira de Pediatria adota essa preconização, tendo em vista a inexistência de estudos em nosso meio. Crianças e adolescentes devem ser estimulados à prática de atividades ao ar livre e ao consumo regular de alimentos fonte de vitamina D. Com respeito ao horário de exposição ao sol, cabe salientar que, antes das 10 e após as 15 horas, o ângulo de incidência é mais oblíquo, semelhante ao que ocorre no inverno, e, por isso, pouca vitamina D3 é sintetizada pela pele. Por outro lado, a exposição ao sol no período das 10 às 15 horas pode ser associada ao aumento no risco de câncer de pele. Em vista disso, a suplementação de vitamina D é altamente recomendável.
             Recomendações - para recém-nascidos a termo, recomenda-se suplementação medicamentosa profilática de 400 UI de vitamina D/dia, a partir da primeira semana de vida até os 12 meses, e de 600 UI/dia dos 12 aos 24 meses, inclusive para lactentes em aleitamento materno exclusivo, independentemente da região do país; - para recém-nascidos pré-termo, recomenda-se suplementação profilática oral de vitamina D (400 UI/dia), que deve ser iniciada quando o peso for superior a 1500 g e houver tolerância plena à nutrição enteral; - por ausência de consenso na literatura em relação à exposição solar segura e necessária para se atingir concentrações séricas adequadas de vitamina D em lactentes, suplementação medicamentosa profilática é sempre recomendada;

Fonte: Deficiência de vitamina D em crianças e adolescentes Departamento de Nutrologia - Sociedade Brasileira de Pediatria Gestão 2013-2015




                                                                                                                       





Eis algumas crianças do berçário no tradicional banho de sol. Alguns faltantes por que às vezes  "queimam a aula" rsrsrsrsrs

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Continuando o trabalho da Hidroponia...

      Numa parceria com a Prof. Rosiléia Almeida, da FACED,  coordenadora do projeto Escolas Sustentáveis, que busca aplicar princípios de sustentabilidade e aperfeiçoar conhecimento das questões ambientais, hoje concluímos uma etapa da plantação da alface hidropônica, com sucesso.
Sobre a  hidroponia: 
Utilizada para o cultivo de plantas sem a necessidade de utilizar nutrientes e minerais do solo, a hidroponia é uma técnica que funciona graças a soluções nutritivas externas (artificiais) e adaptadas para o fornecimento de todos os minerais que a planta precisa para se desenvolver completamente.
         Relembrando como  tudo começou:  
         Inicialmente a Prof. Rosiléia nos apresentou e apresentou às crianças a estrutura... as sementes, e como se daria a primeira fase  - que foi o plantio das sementes.
           Curiosos e participativos, as crianças ouviram, viram, pegaram... enfim, curtiram este primeiro momento.











Eis aqui nossa primeira plantação de alface hidropônica....  com os devidos cuidados, as sementinhas germinaram em mais ou menos 14 dias; Aqui elas estão no "berçário" e daqui  serão transportadas para a mesa definitiva " a casinha", segundo as crianças.




Já nas mesas definitivas:

Desta fase à próxima fase, a creche entrou em recesso e nossas crianças deixaram para trás as mudinhas já na "casinha", sem saber como iriam encontrar ao retornar. 

Aqui, nesta "casinha" as mudinhas ficaram por 30 dias mais ou menos... e cresceram, cresceram.....




Ao retornarem, já estavam assim:





É chegada a hora, de mais uma vez as crianças entrarem em ação. vamos colher algumas alfaces para o cozinheiro fazer a salada do dia:

Grupo 3:





Grupo 2:


































Grupo 1: 





















Levando para o cozinheiro:

















Gratificante estas experiências com as crianças. Sempre que possível vamos apresentá-las aos alimentos saudáveis. Este é nosso objetivo!!! Esta é nossa intenção!!!


terça-feira, 17 de maio de 2016

Para onde vão os alimentos?



              "...As práticas alimentares são adquiridas durante toda a vida, destacando-se os primeiros anos como um período muito importante para o estabelecimento de hábitos alimentares que promovam a saúde do indivíduo.        Recomenda-se fazer a introdução de novos alimentos e preparações de forma gradual, respeitando-se os interesses da criança e auxiliando no aprendizado do consumo de uma dieta equilibrada. A criança, ao experimentar e aceitar o alimento, apresenta uma grande chance de aprová-lo e incluí-lo em seus hábitos alimentares. Conduzir de forma apropriada a alimentação da criança requer cuidados relacionados aos aspectos sensoriais (apresentação visual, cores, formatos atrativos), à forma de preparo dos alimentos (temperos suaves, preparações simples e alimentos básicos), às porções adequadas à capacidade gástrica restrita e ao ambiente onde serão realizadas as refeições, que são fatores a serem considerados, visando a satisfação de necessidades nutricionais,emocionais e sociais, para a promoção de uma qualidade de vida saudável"...
 Rev. Nutr., Campinas, 16(1):5-19, jan./mar., 2003


Pensando as práticas alimentares nos primeiros anos de vida, pensando as mais diversas formas de apresentar os alimentos às nossas crianças, e com o objetivo de apresentar a elas, os diversos tipos de nutrientes e sua importância na nossa alimentação, promovemos uma atividade com fantoches "Para onde vão os alimentos: história de Joãozinho", onde falamos de alguns alimentos, os principais nutrientes e sua utilização no nosso corpo. Em seguida, as crianças colaram de maneira aleatória, os alimentos numa figura do corpo humano. 


Atentos assistindo a historia






































No encerramento do projeto, oferecemos uma refeição com: pão, frango desfiado, cenoura, alface,  e tomate,
Cada criança montou seu sanduíche!!!! Foi uma festa!!